Países em desenvolvimento querem royalties pela cultura e natureza

29/08/2012

  Representantes de 40 países em desenvolvimento discutiram em Brasília a proteção intelectual e a remuneração pelo uso comercial de conhecimentos ancestrais, recursos genéticos da biodiversidade local, folclore e direitos autorais. "A ideia geral é que o conhecimento considerado tradicional possa ser objeto de parte dos royalties gerados por aquela tecnologia originada em saber antigo", explica Jorge de Paula Costa Avila, presidente do INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial). "A intenção é que os países soberanos sobre os seus recursos genéticos possam auferir algum tipo de participação de ganhos que advirão de patentes registradas e desenvolvidas a partir de recursos da sua biodiversidade", complementa o conselheiro Kenneth Nóbrega, chefe da Divisão de Propriedade Intelectual do Ministério das Relações Exteriores. "O que se quer é que no sistema internacional de proteção de patentes se leve em conta o fato de que um remédio ou produto químico, por exemplo, são desenvolvidos com base em recursos da biodiversidade", explica o diplomata.   Para ler na íntegra, clique aqui. 

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